Divulgação: Abraccine

Escrito por:

Se você é fã da sétima arte, prepare a sua lista de “filmes para assistir”! Em comemoração aos seus 15 anos de existência, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) acaba de divulgar uma nova e fundamental seleção: os 100 filmes brasileiros essenciais.

Esta lista chega dez anos após a primeira votação da entidade e traz atualizações importantes que refletem as transformações da nossa sociedade e da própria crítica cinematográfica.


Uma Revisão Necessária e Diversa

Diferente da edição anterior, a nova listagem não estabelece um ranking de preferência. Segundo a vice-presidente da Abraccine, Cecilia Barroso, a opção foi pela não classificação, colocando todos os 100 títulos em um mesmo patamar de importância para o conhecimento do cinema nacional.

O presidente da associação, Orlando Margarido, destaca que essa revisão foi necessária para contemplar um perfil mais diverso. Como resultado, a lista agora conta com uma presença maior de filmes dirigidos por mulheres e pessoas negras, refletindo um olhar mais plural sobre a nossa produção.


Do Clássico ao Contemporâneo

A seleção é um verdadeiro mergulho na história, abrangendo desde o lendário “Limite” (1931), de Mário Peixoto, até produções recentes lançadas entre 2016 e 2026. Entre os destaques contemporâneos que já garantiram seu lugar como essenciais estão:

  • “Ainda Estou Aqui” (2024), de Walter Salles.
  • “O Agente Secreto” (2025), de Kleber Mendonça Filho.
  • “Marte Um” (2022), de Gabriel Martins.

A lista também revisita momentos cruciais como a Chanchada, o Cinema Novo, o Cinema Marginal e a Retomada, incluindo clássicos modernos como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”.


O Que Vem por Aí?

Para quem deseja se aprofundar, a Abraccine anunciou que os 100 títulos eleitos serão tema de um livro a ser lançado no final deste ano pela editora Letramento. A publicação contará com textos críticos sobre cada obra, além de artigos que exploram recortes históricos, temáticos e estéticos do nosso cinema.

E você, quantos desses 100 filmes já assistiu? A lista completa da Abraccine é um guia indispensável para quem quer entender a identidade e a força da cinematografia brasileira.

Confira a Lista dos 100 Filmes Essenciais (em ordem cronológica):

1. Limite (1931), Mário Peixoto

2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro

3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu

4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle

5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle

6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto

7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos

8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos

9. O grande momento (1958), Roberto Santos

10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga

11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha

12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias

13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte 

14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra

15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni 

16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos

17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins

18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro

19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha

20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri

21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra

22. A falecida (1965), Leon Hirszman

23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos

24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person

25. A entrevista (1966), Helena Solberg

26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade

27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira 

28. A margem (1967), Ozualdo Candeias

29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins

30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person

31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen

32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha

33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla

34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla

35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade

36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane 

37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha

38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins

39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla

40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez

41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci

42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman

43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor

44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul

45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho

46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman

47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura

48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna 

49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto

50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco

51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina

52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.

53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor

54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett

55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues

56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade

57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco

58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman

59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko

60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina

61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias

62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia

63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio

64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho

65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos

66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral 

67. A marvada carne (1985), André Klotzel

68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach

69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado

70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat

71. Superoutro (1989), Edgard Navarro

72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach

73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati

74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles

75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas

76. Central do Brasil (1998), Walter Salles

77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes

78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky

79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho

80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund

81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho

82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz

83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes

84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz

85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci

86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho

87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado

88. Santiago (2007), João Moreira Salles

89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra

90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho

91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu

92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós

93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert

94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho

95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans

96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra

97. Marte um (2022), Gabriel Martins

98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta

99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles

100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho



Divulgação: Abraccine

Escrito por:

Se você é fã da sétima arte, prepare a sua lista de “filmes para assistir”! Em comemoração aos seus 15 anos de existência, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) acaba de divulgar uma nova e fundamental seleção: os 100 filmes brasileiros essenciais.

Esta lista chega dez anos após a primeira votação da entidade e traz atualizações importantes que refletem as transformações da nossa sociedade e da própria crítica cinematográfica.


Uma Revisão Necessária e Diversa

Diferente da edição anterior, a nova listagem não estabelece um ranking de preferência. Segundo a vice-presidente da Abraccine, Cecilia Barroso, a opção foi pela não classificação, colocando todos os 100 títulos em um mesmo patamar de importância para o conhecimento do cinema nacional.

O presidente da associação, Orlando Margarido, destaca que essa revisão foi necessária para contemplar um perfil mais diverso. Como resultado, a lista agora conta com uma presença maior de filmes dirigidos por mulheres e pessoas negras, refletindo um olhar mais plural sobre a nossa produção.


Do Clássico ao Contemporâneo

A seleção é um verdadeiro mergulho na história, abrangendo desde o lendário “Limite” (1931), de Mário Peixoto, até produções recentes lançadas entre 2016 e 2026. Entre os destaques contemporâneos que já garantiram seu lugar como essenciais estão:

  • “Ainda Estou Aqui” (2024), de Walter Salles.
  • “O Agente Secreto” (2025), de Kleber Mendonça Filho.
  • “Marte Um” (2022), de Gabriel Martins.

A lista também revisita momentos cruciais como a Chanchada, o Cinema Novo, o Cinema Marginal e a Retomada, incluindo clássicos modernos como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”.


O Que Vem por Aí?

Para quem deseja se aprofundar, a Abraccine anunciou que os 100 títulos eleitos serão tema de um livro a ser lançado no final deste ano pela editora Letramento. A publicação contará com textos críticos sobre cada obra, além de artigos que exploram recortes históricos, temáticos e estéticos do nosso cinema.

E você, quantos desses 100 filmes já assistiu? A lista completa da Abraccine é um guia indispensável para quem quer entender a identidade e a força da cinematografia brasileira.

Confira a Lista dos 100 Filmes Essenciais (em ordem cronológica):

1. Limite (1931), Mário Peixoto

2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro

3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu

4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle

5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle

6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto

7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos

8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos

9. O grande momento (1958), Roberto Santos

10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga

11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha

12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias

13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte 

14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra

15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni 

16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos

17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins

18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro

19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha

20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri

21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra

22. A falecida (1965), Leon Hirszman

23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos

24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person

25. A entrevista (1966), Helena Solberg

26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade

27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira 

28. A margem (1967), Ozualdo Candeias

29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins

30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person

31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen

32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha

33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla

34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla

35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade

36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane 

37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha

38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins

39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla

40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez

41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci

42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman

43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor

44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul

45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho

46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman

47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura

48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna 

49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto

50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco

51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina

52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.

53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor

54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett

55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues

56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade

57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco

58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman

59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko

60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina

61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias

62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia

63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio

64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho

65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos

66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral 

67. A marvada carne (1985), André Klotzel

68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach

69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado

70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat

71. Superoutro (1989), Edgard Navarro

72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach

73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati

74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles

75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas

76. Central do Brasil (1998), Walter Salles

77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes

78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky

79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho

80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund

81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho

82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz

83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes

84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz

85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci

86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho

87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado

88. Santiago (2007), João Moreira Salles

89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra

90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho

91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu

92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós

93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert

94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho

95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans

96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra

97. Marte um (2022), Gabriel Martins

98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta

99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles

100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho



Divulgação: Abraccine

Escrito por:

Se você é fã da sétima arte, prepare a sua lista de “filmes para assistir”! Em comemoração aos seus 15 anos de existência, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) acaba de divulgar uma nova e fundamental seleção: os 100 filmes brasileiros essenciais.

Esta lista chega dez anos após a primeira votação da entidade e traz atualizações importantes que refletem as transformações da nossa sociedade e da própria crítica cinematográfica.


Uma Revisão Necessária e Diversa

Diferente da edição anterior, a nova listagem não estabelece um ranking de preferência. Segundo a vice-presidente da Abraccine, Cecilia Barroso, a opção foi pela não classificação, colocando todos os 100 títulos em um mesmo patamar de importância para o conhecimento do cinema nacional.

O presidente da associação, Orlando Margarido, destaca que essa revisão foi necessária para contemplar um perfil mais diverso. Como resultado, a lista agora conta com uma presença maior de filmes dirigidos por mulheres e pessoas negras, refletindo um olhar mais plural sobre a nossa produção.


Do Clássico ao Contemporâneo

A seleção é um verdadeiro mergulho na história, abrangendo desde o lendário “Limite” (1931), de Mário Peixoto, até produções recentes lançadas entre 2016 e 2026. Entre os destaques contemporâneos que já garantiram seu lugar como essenciais estão:

  • “Ainda Estou Aqui” (2024), de Walter Salles.
  • “O Agente Secreto” (2025), de Kleber Mendonça Filho.
  • “Marte Um” (2022), de Gabriel Martins.

A lista também revisita momentos cruciais como a Chanchada, o Cinema Novo, o Cinema Marginal e a Retomada, incluindo clássicos modernos como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”.


O Que Vem por Aí?

Para quem deseja se aprofundar, a Abraccine anunciou que os 100 títulos eleitos serão tema de um livro a ser lançado no final deste ano pela editora Letramento. A publicação contará com textos críticos sobre cada obra, além de artigos que exploram recortes históricos, temáticos e estéticos do nosso cinema.

E você, quantos desses 100 filmes já assistiu? A lista completa da Abraccine é um guia indispensável para quem quer entender a identidade e a força da cinematografia brasileira.

Confira a Lista dos 100 Filmes Essenciais (em ordem cronológica):

1. Limite (1931), Mário Peixoto

2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro

3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu

4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle

5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle

6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto

7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos

8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos

9. O grande momento (1958), Roberto Santos

10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga

11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha

12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias

13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte 

14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra

15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni 

16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos

17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins

18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro

19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha

20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri

21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra

22. A falecida (1965), Leon Hirszman

23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos

24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person

25. A entrevista (1966), Helena Solberg

26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade

27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira 

28. A margem (1967), Ozualdo Candeias

29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins

30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person

31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen

32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha

33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla

34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla

35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade

36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane 

37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha

38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins

39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla

40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez

41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci

42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman

43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor

44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul

45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho

46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman

47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura

48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna 

49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto

50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco

51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina

52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.

53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor

54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett

55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues

56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade

57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco

58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman

59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko

60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina

61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias

62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia

63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio

64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho

65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos

66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral 

67. A marvada carne (1985), André Klotzel

68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach

69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado

70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat

71. Superoutro (1989), Edgard Navarro

72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach

73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati

74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles

75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas

76. Central do Brasil (1998), Walter Salles

77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes

78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky

79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho

80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund

81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho

82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz

83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes

84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz

85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci

86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho

87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado

88. Santiago (2007), João Moreira Salles

89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra

90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho

91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu

92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós

93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert

94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho

95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans

96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra

97. Marte um (2022), Gabriel Martins

98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta

99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles

100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho



Divulgação: Abraccine

Escrito por:

Se você é fã da sétima arte, prepare a sua lista de “filmes para assistir”! Em comemoração aos seus 15 anos de existência, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) acaba de divulgar uma nova e fundamental seleção: os 100 filmes brasileiros essenciais.

Esta lista chega dez anos após a primeira votação da entidade e traz atualizações importantes que refletem as transformações da nossa sociedade e da própria crítica cinematográfica.


Uma Revisão Necessária e Diversa

Diferente da edição anterior, a nova listagem não estabelece um ranking de preferência. Segundo a vice-presidente da Abraccine, Cecilia Barroso, a opção foi pela não classificação, colocando todos os 100 títulos em um mesmo patamar de importância para o conhecimento do cinema nacional.

O presidente da associação, Orlando Margarido, destaca que essa revisão foi necessária para contemplar um perfil mais diverso. Como resultado, a lista agora conta com uma presença maior de filmes dirigidos por mulheres e pessoas negras, refletindo um olhar mais plural sobre a nossa produção.


Do Clássico ao Contemporâneo

A seleção é um verdadeiro mergulho na história, abrangendo desde o lendário “Limite” (1931), de Mário Peixoto, até produções recentes lançadas entre 2016 e 2026. Entre os destaques contemporâneos que já garantiram seu lugar como essenciais estão:

  • “Ainda Estou Aqui” (2024), de Walter Salles.
  • “O Agente Secreto” (2025), de Kleber Mendonça Filho.
  • “Marte Um” (2022), de Gabriel Martins.

A lista também revisita momentos cruciais como a Chanchada, o Cinema Novo, o Cinema Marginal e a Retomada, incluindo clássicos modernos como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”.


O Que Vem por Aí?

Para quem deseja se aprofundar, a Abraccine anunciou que os 100 títulos eleitos serão tema de um livro a ser lançado no final deste ano pela editora Letramento. A publicação contará com textos críticos sobre cada obra, além de artigos que exploram recortes históricos, temáticos e estéticos do nosso cinema.

E você, quantos desses 100 filmes já assistiu? A lista completa da Abraccine é um guia indispensável para quem quer entender a identidade e a força da cinematografia brasileira.

Confira a Lista dos 100 Filmes Essenciais (em ordem cronológica):

1. Limite (1931), Mário Peixoto

2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro

3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu

4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle

5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle

6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto

7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos

8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos

9. O grande momento (1958), Roberto Santos

10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga

11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha

12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias

13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte 

14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra

15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni 

16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos

17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins

18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro

19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha

20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri

21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra

22. A falecida (1965), Leon Hirszman

23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos

24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person

25. A entrevista (1966), Helena Solberg

26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade

27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira 

28. A margem (1967), Ozualdo Candeias

29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins

30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person

31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen

32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha

33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla

34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla

35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade

36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane 

37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha

38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins

39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla

40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez

41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci

42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman

43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor

44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul

45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho

46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman

47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura

48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna 

49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto

50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco

51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina

52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.

53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor

54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett

55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues

56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade

57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco

58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman

59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko

60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina

61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias

62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia

63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio

64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho

65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos

66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral 

67. A marvada carne (1985), André Klotzel

68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach

69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado

70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat

71. Superoutro (1989), Edgard Navarro

72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach

73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati

74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles

75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas

76. Central do Brasil (1998), Walter Salles

77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes

78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky

79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho

80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund

81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho

82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz

83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes

84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz

85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci

86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho

87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado

88. Santiago (2007), João Moreira Salles

89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra

90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho

91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu

92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós

93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert

94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho

95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans

96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra

97. Marte um (2022), Gabriel Martins

98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta

99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles

100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho




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